Universitários Cabo-Verdianos matriculados em Portugal, Ganham 100 bolsas de estudos

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100 bolsas de estudos vai ser destinada a estudantes universitários cabo-verdianos inserido em instituições de ensino superior de Portugal, no ano letivo que está próximo de começar, segundo o Ministério da Educação de Cabo Verde.

Através de aviso publicamente, o governo cabo-verdiano ressalta que, em comparação com o ano letivo anterior, este número expressa um crescimento de 51,5% das bolsas designadas passando de 66 para 100.

De acordo com o Ministério da Educação cabo-verdiano, permanecem em curso os processos de seleção de beneficiários de bolsas de estudo do Governo de Cabo Verde para estudantes já instalados e inserido nas instituições de ensino superior de Portugal, através de um processo, igualmente concorrencial, de seleção para as vagas disponibilizadas pelo Governo de Portugal.

“Até este instante foram escolhidos 56 novos bolseiros no campo do Programa de Bolsa Social, 10 no Programa de Bolsa de Mérito e 17 para estudantes do curso de Medicina da Universidade de Cabo Verde que, neste ano letivo prosseguem os estudos na Universidade de Coimbra”, prossegue o aviso Ao todo, foram designadas 83 bolsas de estudo a alunos cabo-verdianos instalados e inserido pela primeira vez, em cursos superiores em Portugal.

O Ministério da Educação diz respeito que está analisando conformidade das reclamações expostas sobre o processo de atribuição de vagas e ou de bolsas, mostrando-se “disponível para retificar as inconformidades que venham a ser confirmadas”.

Segundo este ministério, “os critérios para atribuição de bolsas de mérito estão fundamentados exclusivamente no aproveitamento escolar dos candidatos”. “A média do 12.º ano de escolaridade é o método único, transparente e igual para todos. A seriação exclui assim todos os demais motivos ou ponderadores”, assegura o executivo.

No entanto o governo acredita que “é importante aprofundar a reflexão sobre o modelo de financiamento da formação superior, no país e no estrangeiro”, o que influenciou o Ministério da Educação a criar “uma equipe de reflexão”.

Esta equipe é formada pelos gestor do Gabinete do Ensino Superior, Ciência e Tecnologia (GESCT), o presidente da Fundação Cabo-Verdiana de Ação Social Escolar (FICASE) e por um representante do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS).

Com a orientação do secretário de Estado Adjunto da Educação, o grupo está a trabalhar “na construção de cenários conducentes à elaboração de alternativas de um novo modelo de financiamento da formação superior (e técnico-profissional), concorda nos princípios de generalização de acesso, da equidade, da justiça e da perenidade e sustentabilidade do sistema, com responsabilidades repartidas entre o Estado e o beneficiário”.

Fonte: www.dn.pt