Covid-19: mais de 160 mil pessoas vacinadas em Portugal

Um total de 160 mil pessoas foram vacinadas contra a COVID-19 até ao final do dia de ontem (24/01), entre profissionais de saúde e residentes em estruturas residenciais para idosos e estruturas na rede nacional de cuidados integrados. No total, o país regista mais de 255.700 inoculações.

O cálculo foi realizado nesta segunda-feira pela Ministra da Saúde, Marta Temido, depois de uma reunião com a Task-Force do Plano de Vacinação contra a Covid-19, realizada por videoconferência.

Segundo ela, Portugal recebeu nesta segunda-feira 99.450 doses da BioNTech/Pfizer, o que eleva para cerca de 411.600 as doses de vacinas contra a Covid-19 da BioNTech/Pfizer e Moderna recebidas e distribuídas por Portugal Continental, Açores e Madeira.

Marta Temido ainda adiantou que na próxima semana começa a vacinação dos profissionais de outros serviços essenciais além de lares e saúde, nomeadamente dos bombeiros e forças de segurança, bem como titulares de órgãos da soberania.

Em paralelo, a mesma revelou que terá início a vacinação de pessoas com mais de 50 anos e com morbilidades identificadas como de risco para internamento ou desfecho fatal. As doenças são insuficiência cardíaca, insuficiência renal, Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica, doença coronária ou doença respiratória crónica sob suporte ventilatório e/ou oxigenoterapia de longa duração.

No que diz respeito aos profissionais de saúde, Marta afirmou que até ao final deste mês estarão vacinados ainda cerca de 100 mil profissionais considerados prioritários do INEM, Instituto Nacional Doutor Ricardo Jorge, Instituto Português do Sangue e da Transplantação, mas também do Hospital das Forças Armadas, do Instituto Nacional de Medicina Legal e serviços de saúde dos sistemas prisionais e dos hospitais do setor privado e social que estão recebendo doentes do Covid-19 ao abrigo de acordo com o SNS (Sistema Nacional de Saúde).

De acordo com Marta, tal como já tinha sido referido, ficam para já excluídos as instituições onde há surtos e que “entrarão mais tarde na vacinação após terminados esses surtos”.

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