Portugal é o segundo país que melhor acolhe e integra os imigrantes

Portugal continua sendo o segundo melhor país do mundo a receber e integrar imigrantes, segundo o estudo internacional MIPEX. Graças a melhorias como programas de emprego e sistema de proteção às vítimas de violência doméstica, o país conseguiu subir na classificação.

O MIPEX é um estudo internacional que avalia em 167 parâmetros a integração dos imigrantes em todos os países da União Européia, Estados Unidos, Austrália, Canadá, Islândia, Japão, Coréia do Sul, Nova Zelândia, Noruega, Suíça e Turquia.

Fatores como empregabilidade, luta contra a discriminação, acesso à nacionalidade e reunião de famílias são alguns dos parâmetros que fazem com que Portugal esteja tão bem colocado no ranking.

Portugal atinge uma pontuação de 75, subindo um ponto em relação ao último estudo, graças a melhorias como sistemas de proteção a vítimas de violência doméstica e programas de emprego. O destaque português se dá por atitudes altamente positivas antes e durante a crise econômica.

Portugal é considerado no estudo como o país da Europa do Sul que melhor combate a discriminação e promove a igualdade

Uma das áreas em que Portugal consegue mais pontos na análise do MIPEX é a integração dos imigrantes no mercado de trabalho: segundo os números, em torno de 28% dos cidadãos não oriundos da União Européia estavam desempregados em Portugal, estatística consideravelmente abaixo dos cerca de 33% da média dos outros países analisados. O MIPEX aponta Portugal como um dos melhores países no acesso dos imigrantes a empregos com igualdade de oportunidades e direitos,

Na educação, destaca-se a facilidade do acesso dos filhos de imigrantes ao sistema de ensino. O objetivo é chegar a todos os alunos que precisam de escolas, ajudando-os a superar os obstáculos que encontrarem e usando a escola como forma de integrar estudantes e pais.

Em 2013, mais de 7.800 novos imigrantes chegaram a Portugal para se juntarem a familiares que já estavam no país, um número inferior a anos anteriores, mas que mantém o país como um dos mais favoráveis à reunião de famílias.

Quanto ao acesso à nacionalidade, se registraram mais de 10.800 naturalizações de pessoas nascidas fora da União Européia, majoritariamente oriundas dos países de língua portuguesa.

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