Crimes graves: número de brasileiros presos na Europa dispara e motivos preocupam

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Há cada vez mais brasileiros sendo presos na Europa

O número de brasileiros detidos no exterior aumentou 18% no período de um ano. É o que revelam dados do Ministério das Relações Exteriores obtidos pelo R7 por meio da LAI (Lei de Acesso à Informação). Segundo o levantamento, o índice de brasileiros privados de liberdade em outros países era de 3.025 ao final de 2017. Em dezembro de 2018, a cifra havia saltado para 3.579.

De acordo com a pasta, 1.808 desses brasileiros eram presidiários já em cumprimento de pena. Outros 1.045 aguardavam julgamento. Os 726 restantes respondiam por problemas de imigração ou se encontravam em processo de deportação.

A maior parte de todas as detenções de 2018 — 1.469, ou 41,04% — se concentrou na Europa. América do Sul e a América do Norte registraram 1.004 e 589 detidos, respectivamente. A minoria ficou na América Central e no Caribe, onde foram registradas nove detenções de brasileiros até o fim do último ano.

Em entrevista ao R7, a diretora do Departamento Consular e Brasileiros no Exterior do Itamaraty, embaixadora Luiza Lopes da Silva, atribui o crescimento no número de brasileiros detidos no exterior a uma combinação de fatores.

“Uma tendência que tem se repetido ano após ano é que a maioria das prisões de brasileiros no exterior acontece por narcotráfico e posse de drogas”, explica.

O Ministério indica que 42,09% (ou 761) dos delitos cometidos pelos 1.808 brasileiros que já cumprem pena em outros países são relacionados aos entorpecentes. “Nesse contexto, sabemos que as redes de tráfico se fortaleceram na América do Sul, mas os mecanismos de segurança e a cooperação da polícia nas fronteiras também cresceram na região — o que se traduz em mais prisões”, completa a embaixadora.

De olho nas drogas — especialmente a cocaína — que costumam chegar à Europa por meio de “mulas” em voos comerciais, as autoridades do Velho Continente também acirraram a fiscalização nos aeroportos.

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