650 a 850€! Saiba quais as áreas em Portugal que precisam de profissionais urgentemente

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Ao contrário do que possa pensar, existem algumas áreas em que Portugal está sentindo uma enorme escassez de profissionais.

Com o aumento do ensino obrigatório e até do números de entradas no ensino superior, cada vez menos pessoas pretendem trabalhar em áreas que exijam esforço físico ou então habilidade manual. Por isso mesmo, para quem quer trabalhar em Portugal, essas profissões podem ser as ideias para começar a sua vida nesse lindo país. Relembramos que com o nosso passo a passo atualizado para morar em Portugal todo o processo vai se tornar simples.

Portugal está com falta de profissionais nessas áreas

Como garante o site “Dinheiro Vivo”, pedreiros, carpinteiros, trolhas, pintores, chefes de equipe, de tudo um pouco falta hoje na construção civil em Portugal. E até os trabalhadores não qualificados escasseiam.

Uma década de crise na construção, agravada pela chegada da troika, levou ao desaparecimento de 37 mil empresas e de mais de 260 mil trabalhadores no setor. Grande parte dos quais emigraram e dificilmente regressarão. A solução, acreditam as empresas, está na criação de um regime excecional de mobilidade transnacional que permita às construtoras trazerem para Portugal operários seus de outros países, designadamente dos PALOP.

Uma realidade que já tem vários anos

No final de 2015 começaram a chegar os primeiros sinais de inversão, consolidados entretanto. A retoma da construção está aí e a prová-lo está o crescimento homólogo de 2,3% do investimento em construção no primeiro trimestre do ano e de mais de 20% no licenciamento de habitação e o aumento de 1,9% no consumo de cimento entre janeiro e abril. Agora faltam trabalhadores para dar corpo a tudo isto. Quantos ninguém sabe exatamente. O presidente do Sindicato da Construção fala em mais de 60 mil a curto prazo, a AICCOPN – Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas admite que possam ser 70 mil ou até mais.Só a Casais garante ter 100 vagas em aberto para operários, a que se juntam mais 40 para técnicos intermédios, e que não consegue preencher.

Uma olhadela rápida às ofertas de emprego disponíveis no portal do Instituto do Emprego e Formação Profissional mostra que não faltam pedidos de operários qualificados com salários propostos de 800 euros, mais subsídio de alimentação e transporte a cargo do empregador. Os não qualificados têm ofertas que chegam aos 650 euros. As empresas garantem que não há quem contratar. Pior, os sindicatos asseguram que há “milhares de reformados a trabalharem clandestinamente” na reabilitação urbana. A associação patronal questiona onde estão os quase 25 mil desempregados da construção inscritos nos centros de emprego.

Se quiser viver nesse país maravilhoso, tenha suas dúvidas eliminadas e faça parte da nossa enorme equipe que com nosso curso atualizado entrou e se legalizou em Portugal, sabendo de tudo para tornar o processo rápido e simples.

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